Foto da Semana 2014

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potw1451-pt-br — Foto da Semana
Boas Festas do Observatório Europeu do Sul!
22 de Dezembro de 2014: O Observatório Europeu do Sul deseja a todos umas Boas Festas e um Próspero Ano Novo! Links: Postal de Natal 2014
potw1450-pt-br — Foto da Semana
Nascer do arco-íris
15 de Dezembro de 2014: Os arco-íris são muito apreciados pela cor que trazem a um dia que, de outro modo, seria escuro e feio, e este arco-íris não é exceção.Este arco-íris raro aparece sobre o Local de Apoio às Operações do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), que se situa a cerca de 2900 metros acima do nível do mar, perto de San Pedro de Atacama. Trata-se do campo base para apoiar o sítio onde operam as antenas ALMA, que fica muito mais acima, a mais de 5000 metros de altitude, no planalto do Chajnantor.O Local de Apoio às Operações não é apenas o local de onde se opera o gigante Observatório ALMA, é também o local onde se montam os novos instrumentos tecnológicos, se integram e se verificam, antes de serem transportados até ao seu destino final no alto do Chajnantor. Este trabalho tem que ser realizado aqui porque o local tem um ar ...
potw1449-pt-br — Foto da Semana
Em cima do topo de uma nuvem
8 de Dezembro de 2014: La Silla é o mais baixo de todos os observatórios do ESO no Chile. A 2400 metros de altitude, encontra-se cerca de 200 metros mais abaixo que o Paranal e está a metade da altitude do ALMA, que fica no topo do Chajnantor a uns 5000 metros acima do nível do mar.Apesar de ser o observatório mais baixo em termos de elevação, os cientistas em La Silla ainda se lembram que estão a uma altitude elevada quando saem dos edifícios e se deparam com um espetáculo como este - nuvens por baixo dos pés!Como La Silla se situa na periferia sul do deserto do Atacama, um dos locais mais secos do planeta, pode surpreender-nos ver formações de nuvens nesta região, mas o clima árido resulta da Corrente Peruana de Humboldt. Esta corrente é causada pelo movimento ascendente de água fria desde as profundezas do Oceano Pacífico, que flui para norte ...
potw1448-pt-br — Foto da Semana
Uma surpresa no interior de uma nuvem
1 de Dezembro de 2014: Esta imagem mostra a região da Via Láctea que se situa na constelação do Escorpião, perto do plano central da Galáxia. Esta região abriga uma densa nuvem de gás e poeira associada com a nuvem molecular  IRAS 16562-3959, nuvem esta visível no centro da imagem como uma mancha laranja entre o rico campo de estrelas.Nuvens como estas são locais de nascimento de novas estrelas. No centro desta nuvem podemos ver, por trás do “véu” de gás e poeira, um objeto brilhante chamado G345.4938+01.4677. Trata-se de uma estrela muito jovem que está a formar-se, à medida que a nuvem colapsa sob a sua própria gravidade.A jovem estrela é muito brilhante e pesada - cerca de 15 vezes mais massiva que o Sol - e foi objeto de um estudo que utilizou o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) e que resultou em algumas descobertas surpreendentes. A equipe de astrônomos descobriu que G345.4938+01.4677 ...
potw1447-pt-br — Foto da Semana
O coração de Mira A e da sua companheira
24 de Novembro de 2014: O estudo de estrelas gigantes vermelhas ajuda os astrônomos a compreender melhor o futuro do nosso Sol - e como é que gerações anteriores de estrelas espalharam pelo Universo os elementos necessários à vida. Uma das gigantes vermelhas mais famosas do céu chama-se Mira A e faz parte do sistema binário Mira, o qual se situa a cerca de 400 anos-luz de distância da Terra. Esta imagem obtida pelo ALMA revela a vida secreta de Mira.Mira A é uma estrela velha, que já começa a lançar para o espaço, para “reciclagem”, os produtos de uma vida inteira de trabalho. A companheira de Mira A, chamada Mira B, orbita-a a uma distância que corresponde a duas vezes a distância entre o Sol e Netuno.Sabe-se que Mira A possui um vento lento que molda delicadamente o material circundante. O ALMA confirmou agora que a companheira de Mira A é uma estrela muito ...
potw1446-pt-br — Foto da Semana
Metal pesado
17 de Novembro de 2014: Você já pensou como seria o interior do Very Large Telescope do ESO? Nesta foto da semana mostramos justamente a estrutura interna de um dos Telescópios Principais do VLT - mais especificamente o telescópio 3, também conhecido por Melipal.A imagem mostra a estrutura principal em aço da montagem óptica do telescópio, iluminada pelo luar. O espelho principal, com 8,2 metros de diâmetro e um peso de mais de 23 toneladas, necessita de uma estrutura robusta que lhe permita girar mantendo uma resolução óptica elevada. Esta estrutura móvel em aço pesa mais de 430 toneladas, mais ou menos o mesmo que um avião Boeing 747 completamente carregado!A estrutura, a parte óptica e a eletrônica encontram-se alojadas num edifício de metal que as protege do ambiente rigoroso do Atacama.Melipal retira o seu nome da um termo mapuche que significa a constelação do Cruzeiro do Sul. Na realidade todos os telescópios principais do ...
potw1445-pt-br — Foto da Semana
Abrindo caminho para a construção da Supernova do ESO
10 de Novembro de 2014: Começou esta semana a remoção dos edifícios temporários na Sede do ESO em Garching, na Alemanha. Podemos vê-los sendo desmontados nesta fotografia, que captura tanto o início como o final de uma época.O pessoal do ESO que tem trabalhado nestes edifícios temporários - visto nesta fotografia aérea tirada no verão deste ano - mudou-se para a nova extensão da Sede no início do ano. A remoção dos containers marca o final deste período de transição.Também marca o início da construção do Planetário e Centro de Visitantes do ESO, o Supernova. Dentro de poucos meses, no local que antes abrigava estes edifícios temporários, dar-se-á início à construção do edifício mais novo do ESO. Prevê-se que o Supernova do ESO abra as portas em meados de 2017, oferecendo aos seus visitantes uma exposição astronômica moderna e interativa e um dos planetários mais avançados do mundo.A remoção dos edifícios temporários foi também capturada ...
potw1444-pt-br — Foto da Semana
Vermelho escarlate e fumaça negra
3 de Novembro de 2014: A silhueta preta esfumaçada visível nesta imagem faz parte de uma nuvem maior mas pouco densa de hidrogênio parcialmente ionizado - uma região H II - conhecida por Gum 15. Em imagens de grande angular esta nebulosa aparece como uma agrupamento violeta avermelhado pontuada de estrelas e cortado por opacas camadas de poeira. Esta imagem foca-se numa destas camadas de poeira, mostrando a região central da nebulosa.Estes pedaços escuros de céu parecem ter poucas estrelas devido às camadas de material empoeirado que obscurecem as regiões brilhantes de gás que se encontram por trás. As estrelas ocasionais que podem ser vistas encontram-se na realidade entre nós e Gum 15, no entanto criam a ilusão de que estamos a espreitar por uma janela para um céu mais distante.Gum 15 é esculpida pelos ventos agressivos que fluem das estrelas que se encontram no seu interior e à sua volta. A nuvem localiza-se perto ...
potw1443-pt-br — Foto da Semana
Uma estrela guia
27 de Outubro de 2014: Um raio laser solitário atravessa a noite, lançado a partir do Telescópio Principal número 4 do Very Large Telescope do ESO, situado no Observatório do Paranal, no Chile. Podemos ver as duas Nuvens de Magalhães à esquerda do raio como manchas tênues e difusas sobre o fundo estrelado. A estrela particularmente brilhante à direita é Canopus, a segunda estrela mais brilhante do céu depois de Sirius.Quando os telescópios observam as estrelas a partir da Terra, a radiação que coletam tem que atravessar camadas de atmosfera. O mesmo vapor de água e turbulência que faz com que as estrelas cintilem no céu, faz também com que as imagens fiquem desfocadas - e é aqui que entra a técnica conhecida por óptica adaptativa.Os sistemas de óptica adaptativa usam sofisticados espelhos deformáveis para contrabalançar os efeitos negativos da nossa atmosfera. O laser ilumina o céu criando uma estrela artificial. Os astrônomos podem assim ...
potw1442-pt-br — Foto da Semana
Dia Aberto 2014
20 de Outubro de 2014: Esta fotografia tirada durante o Dia Aberto 2014 no ESO mostra crianças e adultos a ouvir as aventuras do Pedro Espacial. Esta era uma das dezesseis atividades que esperavam os visitantes quando, a 11 de outubro de 2014, a Sede do ESO em Garching, Alemanha, abriu a suas portas ao público.Em conjunto com outras instituições do campus de Garching, o ESO convidou os seus visitantes a verem e experimentarem por si próprios o trabalho que se faz na organização líder mundial em astronomia terrestre.Mesmo antes da abertura das portas à 11:00, já as pessoas se amontoavam no exterior, ansiosas por ver as novas instalações da Sede e de experimentar todas as atividades preparadas para o dia. Foram um total de 3300 visitantes que aproveitaram a oportunidade de fazer perguntas aos astrônomos; ver experiências ao vivo; juntar-se às visitas guiadas pelos novos edifícios - de escritórios e técnico; ouvir palestras sobre ...
potw1441-pt-br — Foto da Semana
Cromodinâmica galática
13 de Outubro de 2014: Esta fotografia colorida parece uma pintura abstrata ou mesmo um vitral contemporâneo. Na realidade, trata-se de uma vista incomum de uma galáxia obtida com o novo instrumento MUSE, montado no Very Large Telescope do ESO.As cores nas imagens astronômicas estão geralmente relacionadas com a cor real do objeto em questão. No entanto, nesta imagem as cores representam o movimento das estrelas que compõem a galáxia elíptica gigante Messier 87 - uma das galáxias mais brilhantes do Aglomerado da Virgem, que se situa a cerca de 50 milhões de anos-luz de distância.O vermelho indica que as estrelas nessa região do objeto estão, modo geral, a afastar-se de nós, enquanto o azul significa que as estrelas se aproximam de nós, com o amarelo e o verde no meio.Este novo mapa da Messier 87 obtido pelo MUSE mostra estas tendências mais claramente do que nunca. O mapa revela uma rotação lenta deste objeto ...
potw1440-pt-br — Foto da Semana
Crianças constroem espelho do E-ELT
6 de Outubro de 2014: Esta fotografia aérea mostra um modelo à escala 1:1 do espelho primário do European Extremely Large Telescope, montado junto ao Observatório Astrofísico de Asiago, perto de Asiago, na Itália.O observatório italiano, fundado em 1942, parece diminuto quando comparado com o enorme espelho do E-ELT. De facto, podíamos colocar o edifício inteiro de Asiago dentro do espelho, que ainda sobraria espaço (e bastante!) para dar e vender, como diz o provérbio.Em volta do modelo do espelho estão as crianças que se voluntariaram para participar na tarefa de posicionar os 800 cartões hexagonais de 1,4 metros, usados para formar o espelho fictício de 39 metros do E-ELT.
potw1439-pt-br — Foto da Semana
Um emu no céu por cima do Paranal
29 de Setembro de 2014: No cume do Cerro Paranal, no deserto chileno do Atacama, dois dos Telescópios Principais do Very Large Telescope desfrutam do silêncio das estrelas, observando a Via Láctea que arqueia sobre o Observatório do Paranal do ESO.Podem ser vistos na imagem vários objetos interessantes. Os mais proeminentes são as duas Nuvens de Magalhães - a Pequena e a Grande - que se encontram no meio dos dois telescópios. Em contraste, a Nebulosa do Saco do Carvão pode ser vista como uma mancha escura no meio da Via Láctea, parecendo uma gigantesca impressão digital cósmica por cima do telescópio da esquerda.As Nuvens de Magalhães fazem parte do Grupo Local de galáxias, onde se inclui a nossa própria Galáxia, a Via Láctea. A Grande Nuvem de Magalhães situa-se a 163 000 anos-luz de distância da Via Láctea e a Pequena está a 200 000 anos-luz. A Nebulosa do Saco do Carvão, comparativamente, está ...
potw1438-pt-br — Foto da Semana
Estonteantes rastos de estrelas sobre o SEST
22 de Setembro de 2014: O Telescópio Sueco-ESO Submilimétrico (SEST, Swedish-ESO Submillimetre Telescope) de 15 metros de diâmetro, foi construído em 1987 e esteve em operação no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, até ser desativado em 2003.Na altura da sua construção, o SEST era o único rádio telescópio no hemisfério sul concebido para observar o Universo submilimétrico e abriu caminho para telescópios como o APEX (Atacama Pathfinder Experiment) e o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), ambos situados no Chajnantor.Nesta imagem vemos o céu pejado de rastos de estrelas, resultado de um longo tempo de exposição da máquina fotográfica. A radiação estelar é refletida com ângulos diferentes em direção à máquina fotográfica pela antena parabólica gigante. No fundo da imagem vemos o telescópio de 3,6 metros do ESO na sua cúpula, perscrutando silenciosamente o Universo.Esta fotografia estonteante do telescópio SEST em La Silla foi tirada pelo Embaixador Fotográfico do ESO José Joaquín Pérez. ...
potw1437-pt-br — Foto da Semana
Alvorada em La Silla
15 de Setembro de 2014: A imagem mostra o Observatório de La Silla do ESO com a Via Láctea no fundo. Fundado nos anos 1960, La Silla foi o primeiro observatório do ESO a ser construído no Chile.Visível no centro da imagem encontra-se a forma retangular do New Technology Telescope (NTT) do lado esquerdo e o telescópio de 3,6 metros do ESO à direita. O NTT de 3,58 metros foi inaugurado em 1989 e foi o primeiro telescópio do mundo a poder contar com um espelho principal controlado por computador. O espelho é flexível e a sua forma é ajustada de maneira ativa durante as observações no intuito de preservar uma qualidade de imagem muito boa. Esta tecnologia, conhecida por óptica ativa, é atualmente aplicada a todos os telescópios modernos principais - incluindo  o Very Large Telescope no Cerro Paranal e o futuro European Extremely Large Telescope.La Silla acolhe vários outros telescópios, incluindo o SEST ...
potw1436-pt-br — Foto da Semana
O VLT segue o cometa de Rosetta
8 de Setembro de 2014: A mancha brilhante e desfocada que se vê no centro desta imagem trata-se do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, ou 67P/C-G. Este não é um cometa qualquer mas sim o alvo da sonda espacial Rosetta da ESA, que se encontra atualmente no interior da coma do cometa, a menos de 100 quilômetros do seu núcleo [1]. Com a Rosetta tão próxima do cometa, a única maneira de ver o 67P/C-G na sua totalidade é observá-lo a partir do solo.Esta imagem foi obtida a 11 de agosto de 2014 com um dos telescópios de 8 metros do Very Large Telescope (VLT) do ESO, no Chile. Foi composta a partir da sobreposição de 40 exposições individuais, cada uma de 50 segundos, depois de removidas as estrelas de fundo, de modo a obter a melhor imagem possível do cometa. A sonda Rosetta encontra-se no interior do pixel central da imagem e é muito pequena para poder ...
potw1435-pt-br — Foto da Semana
Céu psicodélico
1 de Setembro de 2014: Esta fotografia psicodélica mostra uma noite de observação do pólo norte celeste a partir do Observatório Público Allgäu em Ottobeuren, na Alemanha. A fotografia mostra o telescópio refletor Cassegrain de 0,6 metros, que foi instalado em 1996.O brilhante raio laser amarelo que parece varrer o céu nesta imagem de longa exposição, é a unidade de estrela guia laser Wendelstein do ESO, que foi testada em Allgäu. É uma versão menor da estrela guia laser que foi instalada no Very Large Telescope, no Paranal, Chile.Uma estrela guia laser é usada para criar um ponto brilhante no céu, o qual pode ser utilizado como uma estrela artificial de referência, permitindo aos astrônomos medir como é que as estrelas reais se desfocam ou piscam, tal como são vistas normalmente a partir do solo. Estas medições são depois utilizadas para corrigir este efeito, permitindo assim obter imagens muito mais nítidas num processo conhecido por ...
potw1434-pt-br — Foto da Semana
Rastros de estrelas no deserto
25 de Agosto de 2014: No deserto do Atacama no Chile chove muito raramente. Apenas uma vez a cada vários anos é que chuva ou neve caem de forma significativa no Observatório de La Silla do ESO, geralmente coincidindo com um evento climático anormalmente quente, tal como o fenômeno do El Niño. Este deserto é o mais seco do planeta, o que o torna num lugar fantástico para observar o céu noturno.Embora haja muito pouca chuva, alguns truques fotográficos podem fazer com que as estrelas pareçam chuva a cair nas montanhas circundantes, tal como se vê nesta imagem obtida a 21 de maio de 2013 por Diana Juncher, uma estudante de doutoramento em astronomia no Instituto Niels Bohr, na Dinamarca.Diana esteve em La Silla durante duas semanas em maio de 2013, a observar exoplanetas na direção do centro da nossa Galáxia, no âmbito do seu trabalho de investigação. Durante a sua estadia, a estudante tirou ...
potw1433-pt-br — Foto da Semana
Esculpindo os céus de La Silla
18 de Agosto de 2014: Raras nuvens brancas raiam o céu por cima do Observatório de La Silla do ESO nesta fotografia tirada no dia 11 de junho de 2012 pelo astrônomo Alan Fitzsimmons.Este ambiente seco e inóspito com vento forte soprando ocasionalmente pode não ser o melhor local para se construir uma casa, mas é certamente o lugar ideal para os telescópios. Condições secas e áridas ajudam os astrônomos a evitar os problemas comuns das observação como a turbulência atmosférica, a poluição luminosa, a umidade e (na maioria das vezes) as nuvens, permitindo-lhe ter uma vista clara do cosmos. Mesmo neste dia raro com nuvens que a imagem mostra, o céu ficou limpo ao anoitecer e as observações tiveram lugar como de costume.Os telescópios que estão instalados em La Silla - incluindo dois principais operados pelo ESO: o telescópio de 3,6 metros do ESO e o New Technology Telescope (NTT) - encontram-se equipados com ...
potw1432-pt-br — Foto da Semana
Construindo uma estrada até ao Armazones
11 de Agosto de 2014: O ESO tem atualmente em funcionamento três observatórios na região chilena do deserto do Atacama: La Silla, Paranal e Chajnantor. No fundo desta imagem podemos ver o Paranal, a infraestrutura emblemática do ESO que acolhe o Very Large Telescope.Nos próximos anos, estes três locais serão complementados com um quarto: Cerro Armazones, onde será construído o European Extremely Large Telescope (E-ELT). Com um espelho de 39 metros de diâmetro, o E-ELT será o maior olho do mundo virado para o céu, quando a sua construção estiver concluída em 2024.O Cerro Armazones encontra-se atualmente ligado ao Paranal apenas por um caminho de terra batida, no entanto, como mostra a imagem, estão em curso obras. A companhia chilena ICAFAL Ingeniería y Construcción S.A. (ICAFAL) começou a construir no local em março deste ano (ann14019) e espera ver completada em cerca de 16 meses uma nova estrada asfaltada de 7 metros de largura. Além ...
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