Foto da Semana

9 de Novembro de 2009

Panorâmica de 360 graus do céu austral

A Via Láctea arqueia ao longo desta panorâmica excepcional de 360 graus do céu nocturno, por cima da plataforma do Paranal, local de acolhimento do Very Large Telescope do ESO. A imagem foi criada a partir de 37 imagens individuais, somando um tempo de exposição total de 30 minutos, tiradas de madrugada. A Lua está mesmo a nascer e a luz zodiacal brilha por cima dela, enquanto a Via Láctea se estende por todo o céu, do lado oposto ao observatório.

Podemos ver na imagem as cúpulas abertas do observatório astronómico terrestre mais avançado do mundo: os quatro Telescópios Auxiliares mais pequenos, de 1,8 metros, que podem ser usados em conjunto no modo interferométrico, e os Telescópios Principais gigantes de 8,2 metros. À direita na imagem e por baixo do arco da Via Láctea, podemos ver duas das nossas vizinhas galácticas, a Pequena e a Grande Nuvens de Magalhães.

Encontra-se disponível neste link uma visita guiada interactiva virtual.


12 de Outubro de 2009

Madrugada no Paranal

Esta bela panorâmica mostra a plataforma de observação do Very Large Telescope do ESO (VLT) no Cerro Paranal, Chile. Tirada de madrugada, com a Lua ainda alta no céu, o ambiente de paz e tranquilidade contrasta bem com a actividade frenética do observatório. Os quatro telescópios principais gigantes do VLT de 8,2 metros, encontram-se todos a trabalhar, observando diversos alvos celestes e ajudando assim os astrónomos na sua demanda diária pela compreensão dos mistérios do Universo. Um raio laser está a ser disparado a partir do Telescópio Principal número 4, o Yepun, raio esse necessário ao bom funcionamento do sistema de óptica adaptativa do telescópio, o qual permite corrigir o efeito de distorção que a atmosfera terrestre tem sobre as imagens observadas, tornando-as assim muito mais nítidas. Entretanto, três dos quatro telescópios mais pequenos, de 1,8 metros, os Telescópios Auxiliares, estão a trabalhar em uníssono no modo interferométrico, obtendo imagens ainda mais detalhadas de um objeto cósmico diferente.

Encontra-se disponível neste link um vídeo QuickTime VR.


14 de Abril de 2009

O observatório do Paranal e o vulcão Llullaillaco

Esta fotografia aérea do local de acolhimento do Very Large Telescope do ESO (VLT), demonstra bem a qualidade soberba do local de observação. Em primeiro plano vemos o Observatório do Paranal, situado a 2600 metros de altitude na montanha do Paranal, no Chile. No fundo, podemos ver o vulção Llullaillaco, com o pico coberto de neve e que se encontra a 6720 metros de altitude, a uma distância de uns extraordinários 190 km para Este, na fronteira com a Argentina. Esta imagem testemunha bem a magnífica qualidade do ar e as condições ideais para observar que existem neste local remoto.

Vêem-se claramente na imagem as cúpulas dos quatro Telescópios Principais de 8,2 metros do VLT e mais perto de nós encontra-se o Edifício de Controle, donde os astrónomos operam os telescópios. Tirada há alguns anos atrás, esta fotografia não mostra os Telescópios Auxiliares nem a cúpula do VST Survey Telescope, telescópio que ainda não estava instalado na altura.


25 de Novembro de 2008

Pôr do Sol no Paranal

O Very Large Telescope (VLT) a 2600 metros de altitude no Cerro Paranal é o principal local do ESO onde se fazem observações no visível e no infravermelho. Está localizado no deserto chileno do Atacama. Os quatro telescópios de 8,2 metros de diâmetro estão a operar individualmente, tendo ao seu dispor uma enorme colecção de instrumentos, e fizeram já importantes descobertas científicas.

O VLT oferece também a possibilidade de combinar a luz dos quatro telescópios principais de forma coerente, trabalhando assim como um interferómetro. O Interferómetro do Very Large Telescope (VLTI), com o seu equipamento próprio, pode obter imagens com a precisão do milisegundo de arco e astrometria com 10 microsegundos de arco de precisão. Para além dos telescópios de 8,2 metros, o VLTI é complementado por quatro telescópios auxiliares (AT) de 1,8 metros de diâmetro cada um, que melhoram as suas capacidades de imagem e permitem utilizar o VLTI durante toda a noite ao longo do ano inteiro.

A cúpula do futuro telescópio de rastreio, o VLT Survey Telescope, de 2,6 metros, pode ver-se no centro da imagem.


7 de Julho de 2008

O APEX no Chajnantor

Enquanto o ALMA está a ser construído, os astrónomos fazem já astronomia milimétrica e submilimétrica no Chajnantor com o auxílio do Atacama Pathfinder Experiment (APEX). Trata-se de um telescópio de alta tecnologia de 12 metros, baseado numa antena protótipo do ALMA, que opera no local do ALMA. O telescópio, que dispõe de óptica modificada e de uma superfície de antena melhorada, foi concebido para tirar partido da excelente transparência do céu e opera na região de comprimentos de onda compreendida entre 0,2 e 1,4 mm.

Esta imagem emoldurada encontra-se disponível na loja ESO.


26 de Maio de 2008

Rastos de estrelas sobre o Paranal

O céu em rotação por cima do Very Large Telescope do ESO no Paranal. Esta exposição longa mostra as estrelas a rodar em torno do polo sul celeste (à esquerda) e do polo norte celeste (à direita), estando o equador celeste no centro da imagem - onde as estrelas parecem mover-se em linha reta. Os movimentos das cúpulas do VLT também são visíveis.


24 de Dezembro de 2007

O tripleto da fada Sininho

Utilizando o Very Large Telescope do ESO, uma equipa internacional de astrónomos descobriu um caso raro de fusão tripla de galáxias. Este sistema, a que os astrónomos chamaram “O Pássaro” - embora na realidade se pareça com uma fada Sininho cósmica - é composto por dois galáxias em espiral de elevada massa e por uma terceira galáxia irregular.

Nesta imagem combinou-se uma exposição de 30 minutos na banda K do instrumento NACO, montado no VLT, com imagens de arquivo nas bandas B e I, obtidas pelo instrumento ACS montado no HST, produzindo-se assim uma imagem a três cores do sistema de galáxias em interação do “Pássaro”. A imagem NACO permitiu aos astrónomos ver, não apenas as duas galáxias maiores previamente conhecidas, mas também identificar uma terceira componente claramente separada, uma galáxia irregular com massa relativamente elevada e que parece estar a formar estrelas a uma taxa bastante elevada. 


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