Utilizadores do ESO
Alexandre C.M. Correia http://exoplanet.eu/ Email: correia@ua.pt |
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| André Moitinho de Almeida SIM - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Uso os instrumentos FORS, FLAMES, NACO, MAD para estudar aglomerados estelares jovens. O FORS permitiu descobrir mais de uma dezena de anãs castanhas até massas tão baixas como 15 M_Jupiter. Email: andre@sim.ul.pt |
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| Carlos J. A. P. Martins Centro de Astrofísica da Universidade do Porto Testes astrofísicos de física fundamental Constantes fundamentais variáveis Energia escura dinâmica http://dx.doi.org/10.1063/1.1835179 Email: carlos.martins@astro.up.pt |
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Catarina Lobo Observação e análise de imagens e espectros de galáxias de diferentes tipos (normais e activas) em diferentes ambientes (campo, enxames) e a diferentes distâncias, para estudos sobre a evolução de galáxias. Email: lobo@astro.up.pt |
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David R. S. G. Sobral Compreender como se formaram e como evoluíram galáxias como a nossa obriga-nos a obter observações profundas, em vários comprimentos de onda, e cobrindo áreas significativas de céu extra-galáctico. É neste contexto que tenho utilizado os telescópios do ESO, tanto em modo de visitante, como em "service mode". Em concreto, tenho utilizado o VLT com os instrumentos:
Utilizo também o NTT com o instrumento SofI para compreender a natureza e evoluço;ão das galáxias com uma intensa formação estelar, que as observações mostram que se tornam cada vez mais raras ao longo do tempo. Para al&ecute;m disso, utilizo muitos outros dados do VLT (dos seus vários instrumentos) rotineiramente, sobretudo porque é sempre necessário recorrer a dados disponíveis no arquivo do ESO para revelar muitas das propriedades das fontes que estudo. Os dados do ESO têm sido fundamentais para a grande maioria dos resultados que obtive até agora, sobretudo para a importante determinação da história da formação estelar do Universo nos últimos 11 mil milhões de anos, revelando um declínio intenso em direcção ao presente. Email: sobral@strw.leidenuniv.nl |
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Fernando Jorge Gutiérrez Pinheiro Utilização do intrumento FEROS no telescópio MPG/ESO de 2.2m (La Silla) no intuito de procurar oscilações estelares com o objectivo de determinar parâmetros estelares globais (p.ex.: massa) e testar modelos de evolução estelar. Email: fpinheiro@teor.fis.uc.pt |
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Joana Ascenso Trabalho no ESO como pos-doc, e uso os instrumentos do ESO para estudar regiões de formação estelar, nomeadamente enxames de estrelas jovens, ainda embebidos nas nuvens moleculares que lhes deram origem. Utilizo com alguma regularidade os observatórios chilenos, tanto o VLT (Paranal) como o NTT (La Silla), para fazer observações no infravermelho próximo, com e sem óptica adaptativa. Os links abaixo contêm os artigos mais relevantes publicados até à data resultantes dessa utilização. http://adsabs.harvard.edu/abs/2007A%26A...476..199A Email: jascenso@eso.org
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José Manuel Afonso Email: jafonso@oal.ul.pt |
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Margarida Salvador Cunha Email: mcunha@astro.up.pt |
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Mário J. P. F. G. Monteiro Email: mario.monteiro@astro.up.pt |
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| Nuno Cardoso Santos Centro de Astrofísica da Universidade do Porto Durante os últimos dois anos tenho usado diversos telescópios e instrumentos do ESO para estudos relativos à procura e caracterização de planetas extra-solares, bem como das estrelas que estes orbitam (ver review em http://adsabs.harvard.edu/abs/2007ARA%26A..45..397U). Entre estes incluem-se o HARPS@3.6-m, UVES@VLT-UT2, CRIRES@VLT-UT4, e o NACO@VLT-UT4. O trabalho feito com estes instrumentos tem permitido descobrir e estudar vários novos planetas extra-solares, nomeadamente planetas de tipo terrestre [http://adsabs.harvard.edu/abs/2009arXiv0906.2780M]. A minha ligação com o ESO está também ligada ao desenvolvimento de um novo instrumento, o ESPRESSO [http://espresso.astro.up.pt], que terá a capacidade para descobrir planetas semelhantes à Terra a orbitar outras estrelas. O ESPRESSO estará pronto em 2014. Email: nuno.santos@astro.up.pt |
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| Nuno Peixinho Centro de Física Computacional da Universidade de Coimbra & Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra Desde 2001, com o início do primeiro "ESO Large Program no Trans-Neptunian Objects and Centaurs", que tenho estado continuamente envolvido na utilização dos telescópios NTT e VLT. A minha utilização tem-se centrado em fotometria multicolor de Objectos Trans-Neptunianos (Objectos da Cintura de Kuiper) e os seus directos descendentes: os Centauros. Nalguns casos emparticular procedeu-se também a estudos espectroscópicos. O objectivo é caracterizar aqueles que sãoos mais bem preservados fósseis da formação do Sistema Solar, a fonte de cometas de curto período, e possivelmente os portadores de uma importante parte da água e do carbono hoje existentes no nosso planeta. Tal só é possível mediante uma amostra estatisticamente representativa. Dada a extrema dificuldade de observar estes pequenos corpos a primeira abordagem é geralmente feita recorrendo à fotometria com a qual se pode obter uma caracterização aproximada da sua superfície. Para os objectos mais brilhantes, limitados a algumas dezenas, já é possível uma caracterização mais detalhada através de espectroscopia. A maioria das campanhas deobservação em que estive envolvido foram realizadas em"Service Mode". Porém, por 3 vezes observei em "Visitor Mode", tendo a última sido no ano de 2009. Alguns artigos publicados com utilização de dados obtidos com telescópios do ESO: Peixinho et al. (2008): http://dx.doi.org/10.1088/0004-6256/136/5/1837 Email: peixinho@mat.uc.pt |
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| Paula Stella Teixeira European Southern Observatory (ESO) O meu trabalho no ESO debruça-se sobre vários aspectos daformação de estrelas. Um dos projectos em que estou envolvida é o estudo de estrelas binárias, em que utilizo uma câmara de infravermelho, VISIR, instalada no VLT/UT3. Asestrelas nascem em nuvens densas que contêm muita poeira e observações no infravermelho permitem penetrar o interiordas nuvens e analisar as etapas iniciais da formacão estelar. Para complementar este estudo no infravermelho também utilizo outros observatórios internacionais interferométricos que observam no submilimétrico, de modo a preparar observações com o futuro telescópio ALMA, na qual o ESO está envolvido. Também participo na verificacão científica de um instrumento novo do VLTI, PRIMA. Este instrumento pode ser utilizado em conjunto com outro detector do VLTI que funciona no infravermelho, MIDI. O VLTI permite analisar regiões de escalas muito menores do que as exploradas com um dos VLTs. Faço também parte da equipa de verificação científica de um novo telescópio de rastreio do ESO, VISTA. Este telescópio tem como objectivo observar grandes extensões do céu e os dados com ele obtidos serão utilizados para caracterizar enxames estelares e a evolução de discos circum-estelares. VISIR: http://www.eso.org/sci/facilities/paranal/instruments/visir/ (link em Inglês) Email: pteixeir@eso.org |
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| Paulo M. J. Afonso Max-Planck-Institut für extraterrestrische Physik (MPE) As explosões de raios gama (Gamma Ray Bursts, GRB) e os quasares encontram-se entre os objectos mais distantes e mais brilhantes no Universo. Os GRB são o grande “bang” depois do Big Bang e permitem, como os quasares, explorar o início da reionização além de poderem estar associados às primeiras estrelas, as estrelas pré-galácticas. O Gamma-Ray Optical and Near Infrared Detector (GROND) é uma câmara de 7 bandas (g'r'i'z'JHK) que funciona a temperaturas criogénicas, tendo sido desenvolvida pelo grupo do Dr. J. Greiner no MPE, onde trabalho (Garching). Instalado no telescópio de 2.2 m do MPG/ESO, no Observatório de La Silla, o GROND tem capacidade para estabelecer de imediato redshifts fotométricos (desvio Doppler para o vermelho, z) e entre os seus sucessos contam-se a descoberta e observações do então recordista GRB 080913 (com z = 6.7) e mais recentemente do actual recordista GRB 090423 (com z = 8.2), que é o objecto mais distante alguma vez detectado no Universo, com confirmação espectroscópica. Com base na ausência da emissão Lyman-alfa em alguma banda, o que indica elevado z, a estimativa fotométrica necessita depois de confirmação espectroscópica – o que fazemos activando o VLT, no Observatório de Paranal. Assim o GROND funciona como precursor na procura dos objectos mais distantes do Universo, activando os grandes telescópios depois de uma pré-selecção fotométrica. O GROND começou também a fazer recentemente um rastreio dos céus procurando raros quasares a z > 5, onde concentro o meu trabalho ultimamente. Nos últimos 3 anos, estive 9 vezes em LaSilla – num total de mais de 7 meses de observações. Página do GROND: http://www.mpe.mpg.de/~jcg/GROND/ http://xxx.lanl.gov/find/astro-ph/1/au:+Afonso_P/0/1/0/all/0/1 Email: pafonso@mpe.mpg.de |
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| Paulo Jorge Valente Garcia Instituição: FEUP -- Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto; Unidade: SIM - Laboratório de Sistemas, Instrumentação e Modelação em Ciências e Tecnologias do Ambiente e do Espaço Estuda a formação de estrelas e planetas quer com observações quer com modelos. Usa técnicas de alta resolução angular como a optica adaptativa e interferometria apenas disponíveis no ESO. Também desenvolve instrumentação para o ESO no domínio da alta resolução angular. Email: pgarcia@fe.up.pt |
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| Pedro Figueira Centro de Astrofísica da Universidade do Porto. Utilizo telescópios e instrumentação do ESO para caracterizar planetas extrasolares e as suas estrelas. A minha especialidade é a obtenção de velocidades radiais com alta precisão (realizada com o HARPS@3.6 m) e com ênfase no desenvolvimento de tais técnicas no infra-vermelho (CRIRES@VLT). Sou também membro da Science Team do espectrógrafo ESPRESSO, que permitirá atingir uma melhor precisão e portanto detectar planetas com massa igual à da Terra na zona habitável de uma estrela de tipo solar. Email: Pedro.Figueira@astro.up.pt Telefone: +351 226 089 855 Página www pessoal: http://www.astro.up.pt/~pfigueira |
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| Sérgio G. Sousa Centro de Astrofísica da Universidade do Porto Vários instrumentos e telescópios do ESO foram usados nos últimos anos: FEROS @ 2.2m, HARPS @ 3.6m, UVES @VLT2, AMBER+FINITO@VLTI Dedico-me à caracterização de estrelas de tipo solar, com e sem planetas descobertos. A maioria dos instrumentos usados são espectrógrafos de alta resolução para fazer a respectiva análise espectral e derivação precisa de parâmetros estelares. A interferometria foi usada para tentar derivar directamente diâmetros angulares para algumas estrelas de tipo solar. Email: sousasag@astro.up.pt |
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| Sílvia Marina Henriques Vicente ESA/ESTEC Como astrofísica/astrónoma observacional, utilizo frequentemente na minha investigação as infra-estruturas disponibilizadas pelo ESO. Os dados (imagens e espectros) são obtidos com instrumentos de alta-resolução do VLT (VeryLarge Telescope), nomeadamente com o NAOS-CONICA (infravermelho próximo com sistema de óptica adaptativa) e VISIR (infravermelho médio). O processo passa pela submissão de uma proposta de observação expondo o caso científico que será depois avaliada por um juri (OPC). Às propostas seleccionadas é atribuido tempo de telescópio. Utilizo ainda dados do arquivo coordenado pelo ESO em parceria com o ST-ECF (Space Telescope – European Coordinating Facility). A redução, processamento e análise das imagens eespectros é feita com a ajuda de software específicos de cada instrumento (pipelines) e também com o “Scisoft”, um pacote de software e ferramentas astronómicas compilado e assistido pelo ESO. O ESO organiza regularmente conferências e workshops dedicados a temas particulares nos quais tenho participado (ver por exemplo http://www.eso.org/sci/meetings/mad2009/index.html). Durante o meu doutoramento o ESO proporcionou-me uma bolsa e a oportunidade de passar 2 anos nas instalações em Garching no âmbito do “ESO Studenship Programme”. Email: svicente@rssd.esa.int |
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| Sonia Antón Centro de Investigação em Ciências Geo-Espaciais da Univ. do Porto (CICGE) + Laboratório de Instrumentação em Astronomia SIM Caracterização de galáxias com núcleos activos em enxames de galáxias, com o objectivo de investigar o seu impacto em termos de formação e evolução galáctica. Observações para a missão Gaia (ESA), com objectivo de estudar variações do fotocentro em objectos de fluxo variável. Participação no GRAVITY, detector de segunda geração, em desenvolvimento para o VLTI, e que é um interferómetro no infravermelho próximo de elevada resolução. Email:santon@fc.ul.pt, sonia.anton@fc.up.pt |
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