O instrumento infravermelho HAWK-I do ESO montado no Very Large Telescope (VLT), no Chile, foi utilizado para sondar as profundezas do coração da Nebulosa de Orion. A imagem obtida revela cerca de dez vezes mais anãs castanhas e objetos de massa planetária isolados do que os que se conheciam anteriormente. Esta descoberta desafia o cenário normalmente aceite da história de formação estelar em Orion.
A nota de imprensa, imagens e vídeos estão disponíveis em:
http://www.eso.org/public/portugal/news/eso1625/
Atenciosamente,
Departamento de Educação e Divulgação do ESO
12 de Julho de 2016
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