Uma equipa internacional de astrónomos estudou mais de 200 000 galáxias e mediu a energia gerada numa enorme zona do espaço com a maior precisão de sempre. Este estudo representa a estimativa mais completa de produção de energia no Universo próximo. A equipa confirmou que a energia produzida nesta região do Universo de hoje é apenas cerca de metade da produzida há dois mil milhões de anos atrás e descobriu que este desvanecimento ocorre em todos os comprimentos de onda que vão desde o ultravioleta ao infravermelho longínquo. O Universo encontra-se a morrer lentamente.
A nota de imprensa, imagens e vídeos estão disponíveis em:
http://www.eso.org/public/portugal/news/eso1533/
Atenciosamente,
Departamento de Educação e Divulgação do ESO
10 de Agosto de 2015
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