Os astrónomos usaram o ALMA para detectar uma enorme quantidade de poeira estelar resplandescente numa galáxia observada quando o Universo tinha apenas 4% da sua idade atual. Esta galáxia foi observada pouco depois da sua formação e trata-se da galáxia mais distante onde se detectou poeira. Estas observações mostraram também a mais distante detecção de oxigénio no Universo. Estes novos resultados fornecem-nos novas pistas relativas ao nascimento e morte explosiva das primeiras estrelas.
A nota de imprensa, imagens e vídeos estão disponíveis em:
http://www.eso.org/public/portugal/news/eso1708/
Atenciosamente,
Departamento de Educação e Divulgação do ESO
8 de Março de 2017
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