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Rede de Divulgação Científica do ESO (ESON — ESO Science Outreach Network)

O Departamento de Ensino e Divulgação do ESO estabeleceu uma rede de pessoas nos países membros e diversos outros países. Esta Rede de Divulgação Científica do ESO (ESON — ESO Science Outreach Network) tem como objetivo atuar localmente como representante de divulgação, incluindo junto dos meios de comunicação social, de modo a promover a missão e conquistas do ESO e mostrar os muitos aspectos inspiradores da astronomia. Ao mesmo tempo, estas pessoas promovem contactos úteis entre os media e os cientistas nas suas regiões. A comunicação entre os Estados Membros (aos níveis oficial e científico) e o ESO faz-se por meio dos orgãos governativos do ESO e não através do ESON, o qual lida apenas com assuntos relacionados com a divulgação científica.

Os membros do ESON são normalmente comunicadores de ciência que conhecem as redes nacionais (media, academia, etc.) e que interagem regularmente com elas. São pessoas preocupadas com o ângulo nacional, têm um interesse forte em promover o ESO e partilham com regularidade ideias e sugestões para chegar melhor aos grupos alvo nas respetivas áreas. O ESON é também responsável por traduzir os materiais do ESO para a língua nacional correspondente.

Seguidamente damos uma lista dos membros do ESON. Se o seu país não se encontra representado, e se está interessado, ou a sua organização, em atuar como contacto local do ESO para a divulgação científica, queira por favor contactar-nos através do email: information@eso.org

Países com representantes no ESON

Estados Membros:
Estados Não Membros:
Nação de acolhimento

Sobre as Traduções

As traduções do ESO feitas em língua portuguesa são comuns para Portugal e para o Brasil. Foram levadas em conta as regras do novo acordo ortográfico celebrado entre todos os países de língua oficial portuguesa. No entanto, o referido acordo contempla diferenças ortográficas na linguagem escrita nos vários países, de modo a aproximar mais a escrita à pronúncia de cada país. No caso de Portugal e do Brasil, este efeito é particularmente notório em algumas consoantes mudas e acentos gráficos. Quanto às consoantes mudas omitimo-las sempre que cairam nos dois países, mas quando caem apenas num dos países damos as duas ortografias, por exemplo se(c)ção, fa(c)to. Quanto aos acentos gráficos, as diferenças são notórias no uso do acento agudo em Portugal e do acento circunflexo no Brasil. Também aqui apresentamos as duas grafias, por exemplo astró(ô)nomos, interferó(ô)metro.

Existem ainda palavras diferentes nos dois países e que ficariam incorretas se aplicássemos apenas uma ou outra ortografia. Nestes casos apresentamos as duas, por exemplo multimédia/multimídia, planeando/planejando.

Finalmente e relativamente a números é importante salientar que o bilião em Portugal tem o valor de 1 000 000 000 000 enquanto que no Brasil o bilhão vale 1 000 000 000 (o que corresponde ao milhar de milhão em Portugal). Nestes casos optámos por utilizar as duas notações marcando explicitamente a que país se refere o quê, por exemplo: dez mil milhões (Portugal)/dez bilhões (Brasil) de anos.

Contactos e Biografias

Dr. Margarida Serote Roos

Lightcurve Films
8950-282 Castro Marim
Portugal
Tel: +351 964951692
E-mail: eson-portugal@eso.org

Margarida Serote tem um doutoramento em Astrofísica (Universidade de Paris 7, 1996). O seu ramo de investigação principal centrou-se em Astronomia Extragaláctica, nomeadamente no estudo de Núcleos Activos de Galáxias em termos das suas populações estelares. Trabalhou também em Estruturas de Larga Escala, na procura de efeitos do desvio para o vermelho e do ambiente em enxames de galáxias. Trabalhou durante quase 14 anos como cientista, primeiro no Observatório de Paris-Meudon, França e depois no Observatório Astronómico de Lisboa, Portugal. Divulga e promove activamente junto ao público a área da astronomia desde que começou a sua licenciatura em 1986, por meio de palestras públicas, cursos, apresentações de planetário e artigos populares dirigidos à população em geral. Editou durante 4 anos a publicação mensal do Observatório Astronómico de Lisboa, distribuída a nível nacional em todas as escolas secundárias do país e foi membro fundador da Sociedade Portuguesa de Astronomia.  Recentemente, começou a trabalhar como produtora de filme. Gere, juntamente com o seu marido, uma pequena companhia de filme chamada Lightcurve Films, que produziu já mais de 40 filmes, essencialmente sobre tópicos de astrofísica, e muitas vezes do ponto de vista educacional, dirigidos a jovens estudantes e ao público em geral. Traduz também livros científicos relacionados com astrofísica.